Erguei-vos Portugal e que assim se realize o seu Destino!


Sentiste-me a surgir com o símbolo e com a espada que me celebrizaram. Eu sou aquele a quem chamaram de Santo Condestável.

Venho aqui, tal como em tempos, cheio do Mui Nobre Espírito Lusitano, aquele mesmo que fez com que derrotássemos as tropas Castelhanas e nos voltássemos para aquilo que nós éramos mesmo bons – a criatividade, o amor ao mar e a descoberta de novos valores e territórios

Mais tarde, depois de assegurarmos a sucessão da Coroa Portuguesa, o Mestre de Aviz e a sua Ínclita Geração, nomeadamente pela criação do conhecimento, da sabedoria e experimentação de novas formas de navegação, aquela que nos permitia guiar-nos pelas estrelas, Portugal acabou por iniciar todo um processo de dar novos mundos ao mundo a que se seguiram os espanhóis, mais tarde os ingleses, os franceses e todo um conjunto de pioneiro descobridores Europeus.

Mas foi Portugal enquanto povo, o pioneiro dos pioneiros e agora Portugal surge de novo com a missão de dar uma nova Alma ao Mundo, o que significa dar uma Alma de renovação, de abertura às energias cósmicas e de revelação da Essência Divina neste Planeta. Portugal está já a dar os primeiros passos nessa direção, espalhou-se e continua a espalhar pelo Mundo muito dos seus melhores talentos.

Esta nova epopeia, passará de novo pela redescoberta dos mares e da essência energética que o mar, através da sua vibração muito própria, representa para a transmutação e aumento vibratório do Planeta. O mar e a vida marinha ainda representa um grande mistério que o Homem precisa de descobrir por completo, não através da catalogação de novas formas de vida, mas através da energia de regeneração e expansão que o mar ainda encerra.

O papel de Portugal não se esgota com a sua integração no espaço Europeu que nunca foi nem será uno. Portugal integrando uma grande nova nação, que será a Ibéria, pode proporcionar o papel de revelação se essa for a escolha da sua Alma coletiva, e nós contamos com isso, esperamos que assim venha a ser.  

Agora já tendes consciência que o Quinto Império é o Império Espiritual, mas falta realizar-se através da sua própria revelação, naquela que será a Ascensão do Ser Humano, na sua plenitude vibratória Adâmica Primordial, que em tempos foi adulterada. Falta pois cumprir-se este desiderato, esta paixão Divina.

Assim, a partir daqui e do que foi a segunda parte da minha vida, toda ela votada à oração e contemplação da LUZ de DEUS, apelo que através do Raio da Vontade Divina promova uma verdadeira revolução Espiritual no seio da Alma Lusa. Daqui, deste ponto onde me encontro, a Hierarquia Espiritual Portuguesa, marcada fortemente pela Casa de Aviz e impulsionada pela Energia de Mariz, assim passará a sentir, a influenciar e a tocar o coração daqueles que verdadeiramente se sentem Portugueses, Lusos, pertencentes de alma e coração a esta canto da Ibéria, inundado pela energia Mariana de Lys Fátima.

Erguei-vos Portugal e que assim se realize o seu Destino!

Quanto a vós meus queridos mestres que me escutais e ledes, já estais a fazer o vosso papel para este propósito. Já estais a fazer o papel que muitos outros deverão também começar a fazer. Em breve mais corações serão tocados e apaixonados por aquilo que representa a Cruz de Cristo, a Cruz da Paixão de Cristo, a Cruz do Amor Incondicional Perfeito do Cristo Planetário e do Cristo Cósmico.

Que se cumpra Portugal!

Agradeço a vossa atenção e despeço-me até a uma próxima vez.


Canalização do Santo Condestável (São Nuno de Santa Maria) realizada pel’ (A Mónada) em 23 de Janeiro de 2014.

A LUSITANIDADE DO SER PORTUGUÊS - A MISSÃO EM MOVIMENTO


O gene Luso sempre se revelou nos momentos de maior aperto e aflição. Nunca a palavra crise teve um peso tão grande em outros povos, como tem no Português. Crise, de crisis, significa câmbio, mudança e, se quisermos, morte e renascimento como a mítica ave Fénix que, periodicamente, renasce das suas cinzas, revigorada, sempre mais forte e isto porque a evolução espiritual de um povo faz-se, não em círculo fechado mas em espiral.

Presentemente, o mundo e, no seio deste, Portugal, Portugal vive uma das épocas mais difíceis de toda a história conhecida, porque nos encontramos agora, precisamente, numa delicadíssima charneira a vários níveis e sobre vários aspetos ou, se preferirmos, em diferentes charneiras que se influem mutuamente. Assistimos, na verdade, ao fim de uma era em que os valores que a caraterizaram viraram estrume – que será o adubo da nova era nascente – e que tenta, tal moribundo leproso, sobreviver a qualquer preço, sem olhar a meios, sem escrúpulos, sem respeito pelas leis, pela justiça, pelo bem comum, pela natureza, pelo Homem, por Deus…! E emprega todos os meios ilícitos, amorais, degradantes e infra-humanos em impedir o advento da nova Idade do Mundo.

É nestes momentos de dissolução, diria mesmo, empregando um termo alquímico, de putrefação, que emerge, paulatinamente, o gene luso da genialidade, da coragem, da intrepidez, capaz de desbravar novos mundos, novos horizontes psíquicos, mentais e, sobretudo, espirituais. E essa emergência já se sente do lado de fora do pequeno retângulo ibérico. O germe da lusitanidade, estimulado pela saudade do que há de vir, é o motor que, do exterior, impulsionará muito em breve a Pátria/Mátria para o cumprimento da missão que a História lhe reclama. Mais uma vez, no início de um novo ciclo, com Portugal, o mito far-se-á história, marcada, desta vez, com o signo aquariano do quinto Império, transcendente e espiritual.

FERNANDO PESSOA exprime de forma magistral o sentimento de lusitanidade e o sentido de Império que corresponde, mítica e historicamente a Portugal, quando se diz:

«Os índios da Índia inglesa dizem que são índios, os da Índia portuguesa que são portugueses. Nisto que não provém de qualquer cálculo nosso, está a chave do nosso possível domínio futuro. Porque a essência do grande imperialismo é o converter os outros em nossa substância, o converter os outros em nós mesmos. Assim nos aumentamos, ao passo que o imperialismo de conquista só aumenta os nossos terrenos, e o de expansão o número de imperialismos da Besta da cabala e do Apocalipse.»

Um pequeno apontamento para referir que na sociedade portuguesa nasceu um movimento que atualmente dá pelo nome de Movimento Internacional Lusófono (MIL), após votação dos seus associados.

Esta forma de associação lusófona não deve restringir-se a Portugal e aos países de língua ou cultura portuguesa, mas a todos os países e povos onde um português(e temos de ter em conta que em todos os cantos do mundo existe, pelo menos, um luso), com a sua forma de estar e de ser, transmite a sua marca, a sua cultura e se mescla naturalmente no seio dessas comunidades. Vemos isso em alguns países (e só para citar alguns dos principais) como a Venezuela, Estados Unidos da América (com uma significativa e importante comunidade portuguesa), Canadá, França, Alemanha, Suíça, Luxemburgo, África do Sul… em que os portugueses, à semelhança dos seus antepassados, convivem com tão diferentes povos, aprendendo e extraindo deles o melhor que têm e rejeitando o que contraria a sua forma de ser. A esta marca que nasce connosco chamo Lusitanidade. E, dentro deste espírito, concordo em absoluto com D. Duarte de Bragança quando, por ocasião do dia da Restauração, saúda «o alargamento da CPLP, esperando que em breve Marrocos, o Senegal, as Ilhas Maurícias, a Guiné Equatorial e os nossos irmãos galegos possam fazer parte dessa comunidade. A Galiza procura afirmar a sua identidade cultural através da sua «fala», que está na origem do português moderno».

É este elemento – a Lusitanidade – que nos faz capaz de conviver e coexistir com qualquer povo, independentemente da língua – já que há fatores de união bem mais poderosos – e, por isso, somos um povo universalista que não se restringe a um espaço geográfico e abomina limitações. Somos um povo de pioneiros, de lutadores e, por que não, de sonhadores (não é o sonho que comanda a vida?) que segue o sonho de uma vida melhor e tudo faz para que ao seu redor todos comunguem do seu estado de ânimo. Somos um povo universalista enão nacionalista (se bem que utilizemos os nossos valores ou símbolos nacionais para daí tomar fôlego para uma missão, causa ou ideal, como queiramos chamar) e, sobretudo, somos um povo que não se deixa limitar a rótulos, pois o Português é livre de viver o seu sonho: a união de todos os povos, a paz e o amor universais, o tão apregoado Quinto Império pessoano. Para mim este é o estigma ab origine do ser português – a Lusitanidade -, que se fez Uno na Multiplicidade.

O MUNDO É A CASA DO PORTUGUÊS E O SEU LIMITE É O UNIVERSO.

Texto de Eduardo Amarante

Retirado do livro: «Portugal a Missão que falta  cumprir»

Autores: Eduardo Amarante & Rainer Daehnhardt

Fiquem na minha Paz

EU SOU A VOZ DO CORAÇÃO

EU SOU

MARLIZ

(desligar a música do BLOG antes de ver este vídeo)


O que se espera que seja a missão de Portugal


Olá  meus queridos concidadãos pátrios eu sou a Rainha Santa Isabel.

Venho aqui para vos dizer que se esperais que algo de revolucionário vá ocorrer em relação a evolução de Portugal, isso não se irá passar. O que está em causa, naquilo que se espera que seja a missão de Portugal no mundo, é que de Portugal surja um foco de evolução Espiritual e de  Ascensão Planetária para mostrar ao mundo os novos horizontes da expansão de consciência que a humanidade deverá de operar.

Esta sim deverá ser  a missão de Portugal.  Portugal  está na charneira da ligação entre o mundo mais  ocidental e o oriente. Portugal  em tempos idos sempre ficou mais focado no oriente, na expectativa de lucros mais fáceis, de dinheiro mais rapidamente obtenível e isso fez com que Portugal desvirtuasse a sua missão nos descobrimentos. 

Portugal  tornou-se numa potência colonizadora, sem ser a potência energética que pudesse dar sustentabilidade a muitas das colónias que fundou, que pura e simplesmente se serviu delas para usurpar, extrair, roubar, e isso fez com que Portugal tivesse que assumir esse mesmo Carma agora a par de outras potências europeias, que ainda fizeram pior, mas isso não interessa para aquilo a que se chama de Alma Lusa.

A Alma Lusa hoje está espalhada pelo mundo, a Alma Lusa é um espírito global,  e o que se espera é que a Alma Lusa, podendo ser desperta em primeiro lugar, possa  ajudar as restantes igualmente a despertar e a ascender.

Isso já está a acontecer pois é através da crise, através de uma perda contida e sofrida que muitas vezes as almas despertam para outras realidades mais importantes. Vós deveis estar preparados para isso, pois de um momento para o outro o processo vai se tornar desruptivo, vão começar a surgir mais pessoas, mais almas, cada vez com mais dúvidas, com mais questões, e vós tendes de estar preparados para isso. O momento é pois de consagrarem os vossos tempos para o estudo, para o trabalho de meditação, de contacto connosco, de depuração da vossa alma, de limpeza e de  cura.

Não me perguntais quando é que será exatamente esse momento de despertar coletivo, como vos disse no princípio não se trata de uma revolução, nem todos vão despertar ao mesmo tempo.  Só vos posso dizer que a “coisa” está já a começar a acontecer. É perfeitamente natural que durante o próximo ano o processo seja acelerado pois o desenvolvimento das condições  de vida dos portugueses será mais que evidente propício a isso, assim como dos portugueses que lá  fora, fora das fronteiras portuguesas, optaram por fazer as suas vidas, também a sua própria vida estará muito condicionada e vão evocar as suas raízes, e vão esperar que do solo pátrio saiam as mensagens de alento, saiam as mensagens de crescimento, saiam as mensagens que lhes irão permitir também despertar.

Aqui ficam pois estas palavras que não são só de esperança, são fundamentalmente de fé, pois é necessário assumir e trabalhar para que isto efetivamente possa acontecer de uma forma mais acelerada e o mais dispersante possível.

Verdadeiramente o que está em causa é a Ascensão do Planeta mas tal como em épocas passadas, a missão de Portugal é a de dar novos Mundos ao Mundo e estes novos Mundos são novos níveis de Consciência.  

Por isso meus queridos preparai-vos no vosso interior pois sois vós os catalisadores desta expansão coletiva consciencial. Sereis vós a quem nós iremos depositar, a confiança, a sabedoria, a experiência, as vivências que poderão  dar a sustentabilidade a todo este processo, pois todos os seres despertos em Portugal irão vibrar na mesma sintonia em que sentirem a sua própria Alma Lusa. E  eu, aqui estarei com as minhas Rosas de Sabedoria a  alimentar o processo.  

Eu saúdo-vos meus queridos deixando convosco algumas Pétalas dessa mesma sabedoria dentro do vosso Coração.

Adeus meus queridos até uma próxima vez.

(canalização da Rainha Santa Isabel pela A Mónada)

Queria que os Portugueses



Queria que os portugueses
tivessem senso de humor
e não vissem como génio
todo aquele que é doutor 



sobretudo se é o próprio 

que se afirma como tal 

só porque sabendo ler 

o que lê entende mal 



todos os que são formados 

deviam ter que fazer 

exame de analfabeto 

para provar que sem ler 



teriam sido capazes 

de constituir cultura 

por tudo que a vida ensina 

e mais do que livro dura
 


e tem certeza de sol 

mesmo que a noite se instale 

visto que ser-se o que se é 

muito mais que saber vale 



até para aproveitar-se 

das dúvidas da razão 

que a si própria se devia 

olhar pura opinião 



que hoje é uma manhã outra 

e talvez depois terceira 

sendo que o mundo sucede 

sempre de nova maneira 



alfabetizar cuidado 

não me ponham tudo em culto 

dos que não citar francês 

consideram puro insulto 



se a nação analfabeta 

derrubou filosofia 

e no jeito aristotélico 

o que certo parecia 



deixem-na ser o que seja 

em todo o tempo futuro 

talvez encontre sozinha 

o mais além que procuro. 

Agostinho da Silva in “Poemas”



Para ver o  vídeo não se esqueça de   desligar  a música do BOLG